7 de fevereiro de 2012

Dia Nacional do Gráfico!


Modelos de tipos antigos e máquinas modernas de impressão
O dia 07 de fevereiro foi a data escolhida para homenagear o gráfico em razão de uma greve realizada por esses profissionais no ano de 1923, em São Paulo, onde reivindicavam melhores condições de trabalho e salários mais justos. O movimento obteve sucesso e marcou a base sindical do país, tendo sido liderado por João da Costa Pimenta.
O trabalho do profissional gráfico é de imprimir panfletos de propagandas, cartões de visita, convites, notas fiscais, livros, revistas e jornais, além de etiquetas, embalagens e banners. Também são responsáveis por produção de artigos de papelaria e cartonagem.
Os primeiros serviços impressos foram criados por Johan Gutemberg (1400-1468), através de um código de impressão feito por letras em alto relevo e metálicas, a que chamaram de tipos, próprias para fixar a tinta. Foi ele o responsável pelo aperfeiçoamento das técnicas de impressão, sendo o primeiro a publicar a bíblia sagrada, através da impressão de trezentas páginas por dia.
Com a evolução, as formas de impressão se tornaram mais modernas e mais ágeis, tornando a profissão de gráfico importante ferramenta para as comunicações, para o jornalismo, para divulgar ideias.
Mas em virtude da modernidade e da informatização, os trabalhos gráficos não ficaram somente em torno das impressões das letras. As artes gráficas vieram com força total, possibilitando impressão de imagens em altas resoluções, dando maior qualidade aos produtos.
Para se chegar ao produto final, o gráfico deve executar suas atividades em três níveis distintos: a pré-impressão ou etapa do projeto; a impressão, através de uma matriz de impressão, através da rotogravura, flexografia ou off-set; além da etapa de acabamento, onde utiliza-se de colagens, grampeamentos, dobraduras e cortes, fazendo a organização final do produto.
Dados apontam que no Brasil, nos dias de hoje, cerca de duzentos mil gráficos atuam no mercado, estando mais concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, segundo informações da Associação Brasileira de Indústrias Gráficas.

Fonte:brasilescola

3 de fevereiro de 2012

As esculturas góticas de deuses e máquinas de guerra de Kris Kuksi.

Dizer que Kris Kuksi é um escultor americano não está incorreto, mas de longe passa a dimensão do trabalho dele. Suas esculturas em estilo gótico apresentam uma complexidade e um nível de detalhes tremendo, com temas que variam de releituras de mitos e deuses, passando por figuras contemporâneas, até a armas de guerra e à morte, com um tom gótico.

Ou, conforme Guillermo del Toro (o conhecido cineasta) diz em depoimento no site do artista:

"Um mestre do rococó pós-industrial, Kris Kuksi organiza obsessivamente personagens e arquiteturas em composições assimétricas com um peculiar senso de dramaticidade. Em vez de pedras e coberturas, ele usa soldados de plástico gritando, blocos de motores miniaturizados, torres imponentes e variados detritos para formar suas paisagens. O conflito político, espiritual e material desses santuários é promulgado ante o olhar calmo de divindades remotas e majestosas estátuas. Kuksi consegue invocar, ao mesmo tempo, um lugar sagrado e um mausoléu para nossos sufocados espíritos."

Se alguém tem um depoimento desses, do Guillermo del Toro em seu site, nem é preciso dizer mais nada. "Incrível" define bem o nível. 

Vejam abaixo. Como as imagens são muito detalhadas, sugiro que cliquem em cada uma delas, para abrir em tamanho maior.







Antigos deuses saindo direto para a guerra. É isso o que várias dessas imagens me lembram.



Uma torre/caça espacial/jato ou sei lá. Ou tudo junto.





Máquinas de guerra com um estilo gótico e meio steampunk.



Tanque de guerra catedral.



Essa imagem é uma das minhas preferidas e serve muito bem como papel de parede.







Santuários góticos envolvidos pela morte.





Deuses clássicos.



Cenários pós-industriais góticos.





Soldados e deuses.



Deuses de variadas religiões reinventados.



E figuras históricas marchando para a guerra e a morte.



Da violência, nem mesmo os santos escapam.



Fonte:http://estou-sem.blogspot.com